Especialista em cirurgia ginecológica

 
Miomas

Miomas são tumores benignos da musculatura lisa do útero.

Os problemas então não vem do risco de malignização, vem sim das cólicas, sangramentos, infertilidade e até abaulamento abdominal pelo volume que chegam.

Abaulando a cavidade endometrial eles podem impedir um embrião de se implantar ou instabilizar a camada de células no ciclo menstrual, causando nesses casos infertilidade e sangramento.

Podem ainda se localizar bem no meio da parede uterina, causando desconforto e cólicas.

E ainda, podem estar situados na parte mais externa do útero crescendo e exercendo compressão das estruturas vizinhas.

Existem vários tipos de tratamento, desde hormonais até cirurgia.

Precisamos ver aquele que é melhor para você.

 
Endometriose

Muitas  mulheres convivem com a endo sem nem ao menos saberem de seu diagnóstico. Não raras são as pacientes que possuem queixas típicas e transtornos causados por essa condição e se "arrastam" por anos sem ao menos saberem o que de real as aflige e quais alternativas além do habitual uso de anticoncepcionais.

Por se caracterizar pela presença de glândulas similares às do endométrio, fora da cavidade uterina, ela tem sim relação com o ciclo menstrual, e eventualmente, o uso dos anticoncepcionais realmente melhora a condição.

 

No entanto, quanto mais e mais estudamos, mais vemos que as possibilidades são multifatoriais, tanto de causa (imunológica, genética, etc) quanto de tratamento (medicação, alimentação, meditação, etc)

Nem sempre seu tratamento é cirúrgico, ficando reservado aos casos de exceção, reitero que o primeiro e mais importante passo é saber de sua existência, não deixar passar.

 

O que vale é: nenhuma mulher com endo é igual a outra, desde de uma endometriose superficial que cause muita dor até uma com acometimento de intestino que seja assintomática. Nenhum tratamento será igual e todo tipo de abordagem deve ser individualizada para o seu caso. 

 
Lesões por HPV

O Papiloma Virus Humano (HPV) é um vírus que infecta homens e mulheres nas regiões de pele e mucosa (vulva, boca, ânus, colo uterino). Trata-se de uma DST (doença sexualmente transmissível) viral, e pode trazer graves consequências para saúde.

A presença de HPV no colo uterino é sinal de alerta, mas o real problema reside nas lesões causadas por ele, lesões que são identificadas por exames de papanicolaou ou colposcopia com biópsia (nos casos indicados). Seu diagnóstico precoce e tratamento adequado evita que essas lesões progridam, garantindo saúde e tranquilidade para paciente.

Algumas medidas como vacinação, sexo protegido e cessar tabagismo tem impacto positivo.

 

Lembre-se esse vírus é muito frequente, por isso a necessidade de cuidados periódicos e orientação correta, pois o tratamento pode ser mais simples do que você imagina. 

 
Câncer de colo uterino

Uma das consequências nefastas das lesões por HPV não controladas é o câncer de colo uterino.

 

Temos 2 tipos principais de Câncer de colo uterino, o carcinoma de células escamosas - mais frequente - e o adenocarcinoma, menos frequente porém mais agressivo.

 

Todo tratamento de doença complexa envolve uma abordagem integral e multidisciplinar da paciente.

Existem vários de tratamento (sim! tratamento, visando CURA!), mas isso depende muito de uma coisa que chamamos de estadiamento da doença. A depender do estadiamento, podemos lançar mão de diferentes estratégias para eliminar o câncer.

 

É evidente que quanto mais avançado ou maior o intervalo para procura de ajuda essas alternativas vão se afunilando e diminuindo, por isso não deixe para depois! O combate ao câncer é uma luta diária que envolve muitos atores, você é a principal deles e nós somos apenas mais uma ferramenta para te ajudar. 

 
Câncer de endométrio

O câncer de endométrio vem cada vez mais crescendo em incidência, fatores como mudanças na alimentação, aumento da expectativa de vida e diminuição no número de filhos podem ter uma influência nisso.

Normalmente essa afecção se apresenta através de um sangramento na pós menopausa ou alteração em exames de rotina.

Isso geralmente leva as paciente precocemente ao médico e normalmente seu prognóstico é bom, pois a doença é descoberta em estágios iniciais e, se tratada adequadamente, traz a cura à paciente.

O tratamento dessa doença envolve cirurgia com retirada de útero, ovários, tubas e linfonodos pélvicos e para aórticos, salvo em raras exceções.

A cirurgia pode ser feita por vias minimamente invasivas como laparoscopia ou cirurgia robótica para uma recuperação mais rápida da paciente e retorno precoce às atividades cotidianas.

 
 
 
 
 

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